Organização do trabalho: relatório inédito do WeWork mostra revolução

Organização do trabalho: relatório de impacto econômico do WeWork mostra revolução global

O local de trabalho pode promover colaboração, inovação e, por consequência, impactar negócios, gerando desenvolvimento econômico para os lugares onde estão instalados. Neste contexto, ganham força os coworkings – espaços compartilhados de trabalho. Depois de uma explosão no número de unidades abertas em 2017, o ano passado foi de organização do mercado, que amadureceu e avança de forma mais sustentável. Minas Gerais é o terceiro estado em maior quantidade de estabelecimentos (99), atrás de São Paulo (465) e Rio de Janeiro (102), segundo dados do censo da Coworking Brasil. É uma revolução em relação à organização do trabalho, que está alterando a forma com que pequenas empresas, profissionais freelancers e autônomos se relacionam entre si, com seus fornecedores e clientes.

A WeWork, rede internacional de espaços de trabalho com duas unidades em Belo Horizonte, lançou nesta semana o seu primeiro Relatório Global de Impacto Econômico, criado em parceria com a HR&A Advisors (empresa americana líder de mercado em consultorias de Real Estate e Desenvolvimento Econômico). O impacto da empresa na economia mundial impressiona: cerca de 680 mil empregos e uma contribuição de US$ 122,3 bilhões para o PIB global. Se a “Economia WeWork” fosse uma cidade, seu PIB seria equivalente ao de cidades como Vancouver, Dublin ou Austin.

O relatório global traz também um recorte nacional. Em São Paulo, a “Economia WeWork” contribuiu com R$ 1,2 bilhão do PIB do município; no Rio, R$ 296,5 milhões. Globalmente, 54% dos membros creditam à WeWork a capacidade de acelerar o crescimento de suas empresas; e 80% dos membros relatam o aumento da produtividade desde à adesão.

Avaliada em US$ 47 bilhões, a WeWork transforma prédios em ambientes dinâmicos que estimulam criatividade, produtividade e conexões entre as pessoas. É uma plataforma que oferece espaços de trabalho, comunidade e serviços, tanto físicos como digitais a mais de 400 mil membros no mundo. Fundada em Nova York, em 2010, possui atualmente 400 unidades em 100 cidades e 27 países. Presente no Brasil desde julho de 2017, a empresa conta com 19 espaços físicos em São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, reunindo mais de 16 mil membros. Em janeiro de 2019, a WeWork anunciou seu novo posicionamento de marca, para The We Company: WeWork, WeLive e WeGrow (na tradução livre: Nós Trabalhamos, Nós Vivemos, nós Crescemos). São empresas como essa que rompem com paradigmas da era industrial e trazem os conceitos da economia digital para o presente.

Confira o Relatório Global de Impacto Econômico, aqui.

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Nova economia e inovação no jornal Estado de Minas

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