Alternativa aos Correios, Pegaki chega a Belo Horizonte

Alternativa aos Correios, Pegaki chega a Belo Horizonte

Fundadores do Pegaki, João Cristofolini (CEO), Ismael Costa (CTO) e Daniel Frantz (COO)

(Por Pegaki*) – A rede de pontos de retirada Pegaki acaba de ampliar ainda mais o alcance dos seus serviços. A empresa iniciou as operações em Belo Horizonte e já conta com trinta pontos credenciados na cidade. Atualmente, a startup atua com 300 pontos ativos e mais de mil em fase final de aprovação em diversas cidades do país, entre elas São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Brasília, Campo Grande, Cuiabá, Curitiba e, claro, BH. A expectativa é que dos mil pontos ativos previstos para 2018, 10% devem ser na capital mineira.

O negócio funciona da seguinte forma: o consumidor compra online em e-commerces e retira seu produto no ponto Pegaki mais conveniente, que são estabelecimentos parceiros que funcionam como pontos de retirada. A empresa já opera com pontos de venda de marcas como Accor Hotels, Carrefour (este apenas em São Paulo, por enquanto) e 5asec, além de diversos outros de pequeno e médio porte. Ao todo já foram mais de 10 mil produtos entregues, o equivalente a R$ 1 milhão em produtos.

Já na ponta do e-commerce, a Pegaki segue na mesma linha: já conta com mais parceiros de diversos portes e segmentos, dentro eles a Dafiti, maior e-commerce de moda da América Latina, e a Futura, uma das maiores gráficas online do País, mas também atende uma vasta gama de e-commerces de pequeno e médio porte. Agora essa solução também está disponível aos 2,5 milhões de habitantes da capital mineira.

De acordo com o CEO e fundador da Pegaki, João Cristofolini, o objetivo é expandir não só para Belo Horizonte, mas estar presente em todas as capitais brasileiras. “Mais de R$ 1 milhão em produtos já foram entregues em pontos de retirada da Pegaki em pouco mais de um ano de operação. Esse valor corresponde a retirada de mais de 3.500 pedidos. Isso porque essa é uma solução simples, bem mais eficiente e que vem agradando todos os agentes envolvidos. Estamos contentes com os resultados e cientes de que há muito trabalho pela frente. Trata-se de uma tendência irreversível”, avalia.

Alguns indicadores revelam o tamanho desse mercado. No Brasil, grandes redes iniciaram 2018 apostando no modelo de retirada em ponto como alternativa de entrega e diferencial para o cliente. Por aqui, 20% das empresas que contam com e-commerce e loja física já oferecem retirada na loja física. Lá fora, o mercado é ainda maior: só em 2017, Europa, EUA e China somaram cerca de 40 mil pontos de retirada, média de 300 mil pacotes por dia, o que equivale à 40% de todas as compras online. “Tratam-se de números absolutamente significativos e que revelam a tendência irreversível do modelo agora proposto no Brasil pela Pegaki”, pontua Cristofolini.

Benefícios

Acerca das vantagens, o executivo informa que, em média, 30% dos clientes que passam no ponto para retirar suas encomendas, acabam comprando algum produto na loja. “A Pegaki rentabiliza um espaço físico ocioso e leva novos potenciais clientes para dentro da loja todo mês. Certamente é uma alternativa inteligente não só para o e-commerce e o consumidor, como também para o ponto de venda”, explica.

“Já o e-commerce resolve o problema de logística. Segundo o Webshoper, relatório de maior credibilidade sobre o comércio eletrônico brasileiro, mais de 20 milhões de pedidos por ano no País tem problemas de insucesso de entrega. As razões para esse número são diversas: o portador tentou entregar mas não conseguiu pois não tinha ninguém em casa, o prédio não tem porteiro ou, se tem, ele não estava autorizado a receber encomendas. Isso sem falar nas já tradicionais greves dos Correios e suas limitações quanto a algumas regiões. Essas situações são corriqueiras e geram um prejuízo financeiro e dano à reputação. A Pegaki preenche exatamente esse gap”, finaliza.

*Sobre a Pegaki

A rede de pontos de retirada da Pegaki disponibiliza a solução para o problema das entregas não realizadas, sem investimento em infraestruturas caras, como lojas próprias ou lockers. O negócio funciona da seguinte forma: o consumidor compra online em e-commerces e retira seu produto no ponto Pegaki mais conveniente, que são estabelecimentos parceiros que funcionam como pontos de retirada. Dessa forma, a Pegaki traz benefícios para todos as partes envolvidas – os consumidores, os e-commerces, as transportadoras e os estabelecimentos que operam como pontos de retirada.

A Pegaki é fundada por João Cristofolini (CEO), Ismael Costa (CTO) e Daniel Frantz (COO). Os três executivos possuem vasta experiência no mercado corporativo e de startups. João destaca-se pela construção de uma rede de franquias com mais de 30 unidades pelo Brasil, pela autoria de 6 livros de negócios, além da fundação do ResumoCast, podcast de negócios mais acessado do iTunes no Brasil. Já Ismael Costa também é CTO e Co-fundador da ConnectMoves e profissional com experiência de dez anos em desenvolvimento de softwares e aplicativos. Por fim, Daniel Frantz foi COO e Sócio da Amplio/Metta Trading por 7 anos e é fundador da Solesto, e-commerce com faturamento de mais de R$ 3,5 milhões por ano.

O perfil dos empreendedores e o potencial disruptivo do modelo de negócio da Pegaki vem despertando interesse dos investidores. A empresa foi acelerada pela Cotidiano Aceleradora, em uma primeira rodada de investimento de R$100 mil. Em 2017, a Pegaki recebeu um segundo aporte, de R$360 mil, via EqSeed, plataforma que conecta startups a investidores. O valor foi levantado em apenas 9 dias, tornando-se o case de mais veloz da fintech e um marco no mercado de equity-crowdfunding brasileiro.

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