Fora da caixa fala sobre a nova economia no Estado de Minas - Blank Space

Fora da caixa fala sobre a nova economia no Estado de Minas

Tempos atrás vimos Belo Horizonte se tornar o berço de um polo de startups que, reunidas espontaneamente no São Pedro, Região Centro-Sul, foram as responsáveis pela consolidação do San Pedro Valley (SPV), uma comunidade com mais de 300 negócios que se tornou referência neste mercado no país, especialmente em razão da colaboração entre elas. Estamos possivelmente no momento de criação de mais uma locomotiva para Minas Gerais: a economia criativa.

O termo não é novo, a primeira referência oficial se deu no início dos anos 1980, em um relatório publicado pela ex-primeira-ministra britânica Margaret Thatcher, onde ela destacava a importância de áreas ligadas à tecnologia e à criatividade para o crescimento econômico da região. Em 2001, o livro “The Creative Economy”, do autor inglês John Howkins condensou os debates e foi um divisor de águas.

Aos poucos a expressão foi se popularizando em outros mercados, mas sob a guarda de diferentes departamentos governamentais, ora economia, turismo, cultura… O Brasil optou, em 2011, por essa última alternativa, quando foi criada a Secretaria da Economia Criativa, no guarda-chuva do Ministério da Cultura. Entre os cerca de 20 setores abarcados estão moda, arquitetura, arte, design, gastronomia, cultura, artesanato, música, jogos eletrônicos.

Estamos falando de empreendimentos, sejam individuais ou coletivos, com modelos de negócios disruptivos; de atividades, produtos ou serviços desenvolvidos a partir do capital intelectual que geram trabalho e renda.

Na coluna Fora da Caixa, publicada todo sábado na editoria de Economia da versão impressa do jornal Estado de Minas, você pode acompanhar exemplos que estão mudando a cara da economia local. E, claro, aqui no portal também.

 

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